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Repórter da Verge, sem saber programar, usa o Claude Code para montar um gadget de IA de US$ 50

1 de novembro de 2026
Claude

Sean Hollister, da Verge, comprou por US$ 50 um pingente com tela sensível ao toque de 1,75 polegada (o Waveshare ESP32-S3 1.75C), um dos aparelhos que a Meta sugere para quem quer criar um “Muse Gadget”, dispositivo que se conecta à nuvem do agente Muse. A Meta diz que o Muse Charm, seu gadget oficial, deve chegar ainda este ano. Hollister conectou o aparelho ao PC, apontou o Claude para o GitHub da Meta e pareou tudo com o app do Muse. Segundo ele, o resultado inicial foi inútil: respostas lentas, sem voz e com poucas palavras na tela.

O que mudou o jogo foram algumas sessões de Claude Code. Ele pediu uma página de histórico de conversa, uma voz britânica da ElevenLabs para ler as respostas em voz alta, um botão para disparar a câmera do celular à distância, avatares e até um minigame estilo Tamagotchi. Um relógio de bolso funcional, com três ponteiros, levou 15 minutos. O próprio repórter ressalva que não sabe se o código é bom, que ele pode ter falhas graves e que colocou o aparelho em uma rede Wi-Fi de convidados por precaução.

Por que importa: O caso é um bom roteiro para testar sem medo de errar. Escolha um hardware barato ou uma ferramenta interna simples, descreva em português o que está faltando e peça ao agente de código uma melhoria por vez. A lição de cuidado também vale para o seu trabalho: rode em ambiente isolado e não entregue e-mail ou rede da empresa a um código que você não revisou.

Fonte

The Verge

https://www.theverge.com/gadgets/1013375/muse-charm-gadgets-preview-waveshare-esp32-claude-vibe-code

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