Economista da Apollo questiona retorno financeiro da IA no S&P 493
Segundo o TechCrunch, Torsten Slok, economista-chefe da Apollo Global Management, publicou uma nota em que analisa o que chama de S&P 493: as empresas do S&P 500 sem Alphabet, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla. Nesse grupo, margens de lucro e receita por funcionário parecem estáveis, sem evidência de que a IA tenha melhorado a produtividade. Slok desconfia de que seja apenas atraso: para ele, é difícil transformar inteligência barata em mais receita e margem, porque IA não entende responsabilização, confiança, cultura ou regras não escritas. Fonte: TechCrunch.
Vale ler como uma tese de um economista, não como um estudo definitivo: o texto do TechCrunch é uma nota curta e trata dados do mercado americano. Mesmo assim, a pergunta serve para qualquer equipe aqui: onde exatamente a IA mexeu em receita, custo ou prazo no seu trabalho?
Por que importa: Antes de ampliar licenças e projetos, meça um indicador concreto (tempo de entrega, retrabalho, receita por pessoa) em um processo; ferramenta usada não é o mesmo que resultado.
Fonte
TechCrunchhttps://techcrunch.com/2026/10/25/ai-delivers-zero-financial-payoff-to-most-companies-according-to-apollo-economist/
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #213: Gemini Notebook deixa você revisar o roteiro dos slides, Loom grava sua tela como prompt para agentes e economista da Apollo questiona o retorno da IA no S&P 493
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