Anthropic muda a política de uso em 12 de novembro e detalha regras para saúde, finanças e agentes
A nova versão da Usage Policy da Anthropic foi publicada em 8 de outubro e passa a valer em 12 de novembro. A empresa diz que a maior parte das mudanças só esclarece regras existentes. Há uma seção nova sobre atividade enganosa (como redes de contas falsas), regras mais explícitas sobre armas e vigilância e a proibição de abuso cruel e prolongado contra os modelos, aplicada só em casos extremos, em que o Claude pode encerrar a conversa.
A parte mais útil para empresas é a seção de alto risco. Quando o uso afeta saúde, direitos legais, finanças, sustento ou acesso a serviços essenciais, a política exige um humano qualificado, com autoridade para revisar e alterar as recomendações do Claude, e que a pessoa afetada seja informada de que houve IA. Esses requisitos não mudaram, mas o texto foi reescrito para listar o que está coberto. Também há exigências novas para o Claude conectado a equipamentos físicos.
Por que importa: Se sua empresa usa o Claude em triagem, crédito, RH ou atendimento, releia essa seção antes de 12 de novembro e confirme que existe revisor humano e aviso ao cliente. O mesmo roteiro serve como checklist para qualquer outra ferramenta de IA.
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #220: OpenAI junta limites de ChatGPT e Codex, Apple Watch testa resumos e Anthropic muda política de uso
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