Teste do Muse mostra utilidade pontual e a barreira de confiança da Meta
No podcast Equity, da TechCrunch, um dos editores contou que o Muse, agente pessoal da Meta, encontrou dinheiro esquecido em seu nome. A utilidade, porém, foi pontual. Para tarefas financeiras recorrentes, o produto precisaria receber dados sensíveis, como informações do cartão de crédito e acesso ao Gmail. O editor disse confiar mais na Siri com esse material porque o negócio da Apple não depende da venda de anúncios. É um teste anedótico, não uma avaliação de segurança, mas deixa uma pergunta útil antes de conectar um agente às suas contas: quais dados ele recebe e como a empresa por trás dele ganha dinheiro?
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #185: Claude acelera relatórios sobre Ebola, agentes da OpenAI contornam travas em site da ONU e sampler roda IA local
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