Google abre o Gemini 4 Argon a assinantes pagos e à API, com preço promocional até 30 de novembro
O Google tirou o Gemini 4 Argon do acesso restrito a parceiros de segurança e o liberou de forma geral. Segundo o blog do Google, o modelo está disponível para desenvolvedores, empresas, cientistas e consumidores. De acordo com a newsletter The Neuron, no app do Gemini ele vale só para assinantes Pro e Ultra, e a API é paga. Quem usa o Gemini gratuito não vê mudança hoje.
A Neuron cita testes da Artificial Analysis (avaliadora independente de modelos): o Argon empata com o GPT-6 Astra em um índice geral de inteligência e inventa menos respostas, com 15% de alucinação contra 51% do Astra, em parte porque admite incerteza com mais frequência. O preço é de US$ 2 por milhão de tokens (pedaços de texto, cerca de três quartos de palavra) na entrada e US$ 10 na saída até 30 de novembro, e depois sobe para US$ 4 e US$ 20. Como o Argon escreve bastante por tarefa, o custo por tarefa fica em torno de 1,2 vez o do Astra, segundo a mesma fonte. Parte dos números de código vem da tabela do próprio Google, e a Neuron relata que, segundo a Bloomberg, alguns funcionários do Google acham o modelo mais fraco em código real, o que a empresa nega.
Por que importa: Preço de tabela não é custo real, e benchmark de fabricante não é seu caso de uso. Se você paga o Gemini ou usa a API, rode de 10 a 20 tarefas suas no Argon antes de 1º de dezembro e compare custo total e taxa de erro com o modelo que você usa hoje.
Fonte
blog.googlehttps://blog.google/innovation-and-ai/models-and-research/gemini-models/introducing-gemini-4-argon/
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #202: Gemini 4 Argon chega a assinantes pagos, Google mostra agente de 11 horas e YouTube Music rotula IA
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