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Astra e Claude Opus 5 ajudam a decifrar duas mensagens antes não solucionadas da Enigma

27 de setembro de 2026
Claude

O desenvolvedor Carter Leffen pediu ao Astra, modelo mais novo da OpenAI, que procurasse em um banco de mensagens da Enigma, máquina de criptografia usada pela Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, uma mensagem ainda não decifrada e tentasse resolvê-la. O modelo pesquisou arquivos históricos, montou um simulador da máquina e recuperou o texto de uma mensagem que intrigava pesquisadores desde 2005, além de criar um site interativo explicando o processo.

Poucos dias depois, o executivo de segurança Jack Willis usou o Claude Opus 5, da Anthropic, para quebrar outra mensagem. Ele orientou mais o modelo e usou a assinatura conhecida de um oficial alemão para chegar ao texto original. Segundo Frode Weierud, pesquisador aposentado que mantém um arquivo dessas mensagens, restam sete mensagens da Enigma sem solução, além de uma cujo texto original é conhecido, mas cuja cifra ainda não foi quebrada.

Weierud notou que os registros do Astra mencionavam mensagens de uma coleção privada que ele não hospeda. Ele não sabe se o modelo acessou esse material, encontrou cópias publicadas por outra pessoa ou chegou às referências por arquivos públicos, segundo a reportagem da TechCrunch.

Por que importa: A tarefa combina pesquisa em arquivo, dedução e construção de ferramentas, um fluxo parecido com trabalhos de pesquisa, jurídico e compliance. O episódio também mostra por que equipes precisam registrar as fontes consultadas por agentes: neste caso, nem o responsável pelo arquivo conseguiu determinar de onde vieram todas as referências.

Fonte

TechCrunch

https://techcrunch.com/2026/09/25/astra-and-opus-just-passed-turings-other-test/

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