Anthropic atualiza a política de uso do Claude e endurece regras sobre vigilância, armas e eleições
A Anthropic mudou sua política de uso pela primeira vez em mais de um ano, de acordo com o The Verge. Entram regras contra campanhas comerciais ou políticas enganosas, como esconder quem está por trás de uma mensagem ou amplificá-la com contas falsas, e contra desinformação eleitoral. A empresa também proíbe abuso contínuo e sem propósito contra o próprio Claude, mas diz que isso vale só para casos extremos e não para frustração comum, testes ou pesquisa.
A proibição de armas passa a incluir software e componentes que fazem a arma funcionar. Na vigilância, ficou vedado rastrear pessoas sem consentimento e usar o Claude para decidir ou recomendar quem investigar, prender ou acusar. Quando o modelo estiver ligado a equipamento capaz de causar ferimentos, um operador qualificado precisa poder observar e parar a máquina. A Anthropic diz que essas regras podem ser modificadas em contratos com certos governos.
Por que importa: Se você constrói produtos sobre o Claude, releia a política e confira se seu caso de uso toca monitoramento de pessoas, campanhas políticas ou ações físicas automatizadas. A exigência de um operador qualificado capaz de observar e parar a máquina também é um parâmetro para a IA conectada a robôs.
Fonte
The Vergehttps://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/1008100/anthropic-new-usage-policy-abuse-claude
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #196: Google lança agente do Gemini com e-mail próprio, app de notas roda offline e Anthropic muda regras do Claude
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