O fim do 'Mad Men': IA varre as agências de publicidade
Por décadas, grandes grupos de comunicação como WPP e Publicis foram sinônimo de criatividade cara e irreplicável. Aquela ideia de que só uma equipe de redatores, diretores de arte e estrategistas poderia criar uma campanha que mexesse com a emoção do consumidor. O Financial Times reporta que…
Por décadas, grandes grupos de comunicação como WPP e Publicis foram sinônimo de criatividade cara e irreplicável. Aquela ideia de que só uma equipe de redatores, diretores de arte e estrategistas poderia criar uma campanha que mexesse com a emoção do consumidor. O Financial Times reporta que esse modelo está em colapso — e a IA é a principal causa.
O jornal aponta que conglomerados de publicidade estão perdendo clientes para ferramentas de IA generativa que produzem copy, imagens e até vídeos em minutos. Ao mesmo tempo, marcas começam a desviar verba de buscas patrocinadas para canais de IA conversacional — os consumidores estão descobrindo produtos via ChatGPT, Perplexity e assistentes de voz, e o Google não é mais o único portão de entrada.
Para os profissionais de marketing, o recado é direto: a IA não é uma ameaça apenas para os criativos das agências. Ela está redefinindo onde e como o consumidor encontra marcas. Quem ainda depende só de SEO e mídia paga no Google está apostando no modelo do passado.
Este destaque faz parte da newsletter Limiar #33 — IA varre a publicidade, China bloqueia a Manus e os dados corporativos que somem no ar
Receba conteúdo direto no seu email
Escolha o que funciona melhor pra você.